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Conselho de Saúde
27/03/2026

SINSERPU-JF leva ao Conselho Municipal, a precariedade na Saúde e o combate ao assédio moral

O SINSERPU-JF levou à reunião ordinária do Conselho Municipal de Saúde, na noite desta quinta-feira (26 de março), dois temas urgentes e bastante caros ao Sindicato: a precariedade atual no setor de saúde do município e a necessidade de um combate sistemático ao assédio moral, principalmente os cometidos contra as trabalhadoras.
No primeiro caso, coube ao diretor de Saúde do SINSERPU-JF, Anderson Luís Gonçalves “Andinho”, expor as mazelas atuais do setor, que está, na definição do sindicalista, “na UTI”, por conta do “descaso da Administração Municipal que, entre outras coisas, não dá continuidade às ações, deixa faltar o básico e pune os bons profissionais”.
O depoimento de Anderson Gonçalves aos colegas conselheiros veio na esteira da visita/denúncia do SINSERPU-JF no HPS (na quarta-feira/25 de março) e de uma extensa reportagem publicada no jornal Tribuna de Minas (na quinta-feira/26 de março).
Nas duas ocasiões, o SINSERPU-JF expôs com bastante clareza um quadro de penúria, causado pela negligência da direção do HPS.
(Veja os vídeos/denúncias neste canal e leia a matéria da Tribuna de Minas neste link: https://tribunademinas.com.br/…/sindicato-denuncia…)
No combate ao assédio moral, o SINSERPU-JF conta com o apoio das parceiras do Comitê Sindical “Por Todas Elas e Por Todas Nós” – criado no início do mês por iniciativa do Sindicato dos Metalúrgicos.
Ontem, na Reunião do Conselho Municipal de Saúde, a vice-presidente do SINSERPU-JF, Lucilea Pereira, atuou como porta-voz do Comitê. “A hora é de união, para aumentar a conscientização de que o assédio moral é um problema muito grave. Quando acontece, tem o poder de adoecer a família toda e não só a vítima. E a situação se agrava porque raramente o assediador é punido”, afirmou a sindicalista.
Posteriormente, Lucilea Pereira acrescentou: “Falar de assédio moral contra as mulheres trabalhadoras é falar de uma realidade que ainda machuca, silencia e adoece muitas de nós todos os dias. O assédio moral é uma prática sistemática de humilhação, constrangimento e desvalorização que tem lado e muitas vezes esse lado é o das mulheres. O assédio moral não é só um problema de ambiente de trabalho. Ele gera ansiedade, depressão, síndrome do pânico, afastamentos e até o abandono de carreiras. Ele destrói a autoestima, enfraquece coletivos e tenta calar a luta.É fundamental que as trabalhadoras conheçam seus direitos, denunciem, se apoiem e não enfrentem isso sozinhas.
Nenhuma mulher deve se sentir sozinha. Nenhuma trabalhadora deve se calar por medo.
Seguiremos firmes, denunciando, resistindo e construindo um mundo do trabalho mais justo, humano e igualitário”.
A presidenta do SINSERPU-JF, Deise Medeiros, e os diretores Irlan Pereira (Comunicação e Cultura) e Bernadete de Paula (Base) também participaram da reunião, marcada por fortes relatos de casos de assédio moral.

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