A direção do SINSERPU-JF já encaminhou dois ofícios formais à Administração Municipal solicitando o início imediato das negociações da Campanha Salarial 2026 – sem sucesso. “Isso é grave. Duas tentativas institucionais de diálogo e, até agora, nenhuma resposta efetiva. O silêncio do governo não é neutro — é uma escolha política, e essa escolha penaliza diretamente quem mantém a cidade funcionando todos os dias”, afirmou a presidenta do Sindicato, Deise Medeiros.
Ela, em nome da categoria, exige respeito. “Valorizar o servidor público não é favor, não é concessão e não é discurso de campanha. É dever constitucional, é responsabilidade administrativa e é compromisso com a população que depende dos serviços públicos”, lembrou a sindicalista.
Deise Medeiros colocou outro dado bastante importante nesse período pré-negociação:
O novo salário mínimo nacional, que começou a ser pago nesta segunda-feira (2 de fevereiro), foi reajustado acima da inflação: 6,79%, ante 4,18%, do INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor utilizado desde sempre – Em novembro, na cerimônia alusiva aos 90 anos do salário mínimo no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que o valor adotado no país é muito baixo e exortou os trabalhadores a cobrar dos gestores reajustes acima da inflação.
È exatamente isso que o servidor de Juiz de Fora espera da Administração Municipal ao término da Campanha Salarial 2026.
Na Assembleia Deliberativa da referida Campanha, em novembro, no Sindicato, os servidores presentes aprovaram, por unanimidade, a Pauta de Reivindicações, onde consta um pedido de reajuste salarial de 10,67 % (5,67 % do IPCA, obrigatório, mais 5% de ganho real – a princípio, pois na dependência das contas da Prefeitura, principalmente as relativas ao índice de gastos com pessoal (limite de 54% previsto pela LRF/Lei de Responsabilidade Fiscal) serão monitoradas, notadamente os balanços quadrimestrais.
“Reposição inflacionária é obrigação. Ganho real é justiça. Negociação é respeito”, ditou Deise Medeiros. “Os servidores de Juiz de Fora não aceitarão mais adiamentos, evasivas ou desvalorização. A Campanha Salarial 2026 exige mesa de negociação já, transparência nos números e compromisso real com quem sustenta o serviço público municipal. Sem diálogo, haverá mobilização. Sem valorização, haverá enfrentamento”, complementou a presidenta do SINSERPU-JF.
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