
A data marca a luta histórica da população trans no Brasil por reconhecimento, dignidade e direitos. Instituído a partir do lançamento da campanha “Travesti e Respeito”, em 2004, o dia reafirma que visibilidade não é concessão: é resultado de organização, resistência e enfrentamento à violência, à exclusão e à negação de direitos.
Pessoas trans seguem sendo as mais afetadas pelo desemprego, pela informalidade, pela violência e pela marginalização social. Falar de visibilidade é falar de acesso ao trabalho decente, à educação, à saúde, à renda e à vida sem medo.
A CUT se soma a essa luta reafirmando seu compromisso com a defesa dos direitos humanos, da diversidade e da construção de um mundo do trabalho livre de discriminação. Respeito não se negocia. Direitos se garantem.
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Imagem e texto: CUT Brasil
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