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Sindieletro 2
23/08/2024

SINSERPU-JF apoia campanhas de sindicatos parceiros contra assédio moral

O SINSERPU-JF apoia e divulga campanhas de sindicatos parceiros contra o assédio moral (como, por exemplo, a do SINDIELETRO-MG/Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais) por entender e lamentar que a prática, está, infelizmente, cada vez mais disseminada, nas três esferas do serviço público: federal, estadual e municipal. Ciente do problema, portanto, o SINSERPU-JF criou recentemente uma Comissão de Combate ao Assédio Moral que se reúne com frequência para analisar e tomar providências acerca dos casos que chegam diariamente ao Sindicato.

A Campanha do SINDIELETRO-MG foca principalmente a gestão do governador Romeu Zema na CEMIG, considerada como uma das mais danosas da História, repleta de casos absurdos e devidamente denunciados pelo Sindicato.

Além de promover ações (na foto, uma manifestação recente), o SINDIELETRO-MG divulgou uma cartilha, com itens bastante úteis para identificar o assédio moral – reproduzidos a seguir:

Como identificar se estou sendo assediado?

Algumas práticas são facilmente identificáveis. No entanto, outras podem ser dúbias e veladas. É importante estar atento à presença dos seguintes comportamentos. Repare se o assediador:

 

  • Retira a autonomia do trabalhador e/ou contesta, a todo o momento, suas decisões;
  • Sobrecarrega o trabalhador ou retira o trabalho de sua responsabilidade como objetivo de provocar a sensação de inutilidade e incompetência;
  • Ignora a presença do trabalhador, dirigindo-se apenas aos demais colegas;
  • Obriga a cumprir tarefas humilhantes;
  • Grita, xinga ou fala de forma desrespeitosa;
  • Espalha rumores ou boatos ofensivos sobre a pessoa;
  • Ignora problemas de saúde do trabalhador;
  • Discrimina por raça, gênero, etnia, deficiência, idade, ideologia e/ou orientação sexual através de comportamentos e falas direcionadas à pessoa ou a terceiros;
  • Critica e/ou comenta de forma invasiva sobre a vida particular da vítima;
  • Atribui apelidos pejorativos;
  • Expõe e/ou envia mensagens depreciativas em grupos de trabalho e nas redes sociais;
  • Isola fisicamente o trabalhador para que não haja comunicação com os demais colegas;
  • Delega tarefas impossíveis e prazos incompatíveis para finalização de um trabalho;
  • Vigia excessivamente;
  • Limita o número de vezes que o trabalhador vai ao banheiro e monitora o tempo que lá ele permanece;
  • Incentiva a competitividade e rivalidade entre os colegas.

Fonte (e foto): site do SINDIELETRO-MG

 

 

 


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