Conforme previsto e anunciado, o SINSERPU-JF encaminhou, ao Ministério Público do Estado de Minas/MPMG, na tarde desta quarta-feira (21 de junho), documentos sobre a possível irregularidade cometida pela Prefeitura de Juiz de Fora na contratação da Associação de Apoio às Crianças e Idosos (AACI), para gerir os Curumins do município no lugar da AMAC. A AACI é presidida por Heloisa Galone da Rosa, irmã de Flávio Galone, que seria casado com o secretário municipal de Comunicação, Márcio Guerra – e tais ligações configurariam “violação ao princípio da impessoalidade e à Lei 13.019”. A AACI venceu os Chamamentos Públicos (derrotando as concorrentes em critérios bastante questionados pela AMAC – a principal prejudicada e, em função disso, em risco de ter que demitir dezenas de trabalhadores), mas, diante de denúncias de irregularidades, a própria Administração Municipal “inabilitou” oficialmente o processo, admitindo a existência, na AACI, de “dirigente parente em segundo grau de dirigente de órgão da administração municipal”.
“Ao procurar o Ministério Público, o Sindicato age em busca de justiça, da verdade e pela transparência no setor público. Nosso outro objetivo foi a manutenção dos empregos na AMAC. Fizemos o nosso papel, que é de denunciar tudo que possa prejudicar o servidor. Não podemos fechar os olhos diante desta ou de qualquer situação que atinja de forma negativa o trabalhador e a sociedade”, afirmou o presidente do SINSERPU-JF.
Além de Francisco Carlos estiveram no MPMG, com a promotora Danielle Vignoli Leite, os diretores do SINSERPU-JF Júlio Mendonça e Lucileia Pereira e a assessora jurídica do Sindicato Elisângela Márcia do Nascimento.
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