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Piso Enfermagem 12.9
12/09/2022

SINSERPU-JF em alerta, junto com a Enfermagem, contra a suspensão do piso da categoria

A diretora de Saúde do SINSERPU-JF, Deise Medeiros, reafirmou, em entrevista a uma emissora de rádio, na manhã desta segunda-feira (12 de setembro), que o Sindicato estará ao lado da enfermagem contra a suspensão do pagamento do piso salarial da categoria. “Estamos em estado de alerta, e prontos para a mobilização e uma futura paralisação das atividades. Vamos para as ruas”, avisou. “O que aconteceu (essa decisão do Supremo de suspender por 60 dias o pagamento do piso) foi algo muito triste para nós, pois a Lei foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República, e o STF está entrando em um assunto que não é dele”, completou a sindicalista.

No programa, “Põe na Roda”, apresentado pelo jornalista Ricardo Miranda na Rádio Alô FM 96,7, Deise Medeiros, além de criticar a “ditadura da toga”, lembrou que “estão querendo colocar na conta dos enfermeiros” todos os problemas crônicos do setor de Saúde do país, como a defasagem na tabela do SUS e a compensação das dívidas dos Estados com a União. “São coisas diferentes, que não tem ligação entre si. Não vamos aceitar que a população seja levada a acreditar que pagar o piso para a enfermagem vai prejudicar o usuário”, afirmou.

A diretora do SINSERPU-JF disse ainda esperar que a Administração Municipal envie para a Câmara Municipal, até a abertura dos trabalhos legislativos do mês, no dia 19, um Projeto de Lei tratando do piso salarial no município, embora “até o momento não tenha acontecido nenhum pronunciamento nesse sentido da Prefeitura”.

Também participou do Programa a enfermeira Ana Cistina de Melo, representando os trabalhadores do movimento independente em prol do piso.

A suspensão do pagamento do piso obedeceu a uma liminar do ministro do Supremo Luís Roberto Barroso, expedida no dia 4 de setembro – “na calada da noite”, como lembrou Deise Medeiros. O assunto agora está sendo analisado pelos demais ministros. Até a manhã de segunda-feira (12 de setembro) outros quatro ministros confirmaram a decisão de Barroso: Alexandre de Moraes, Carmem Lúcia, Dias Tofolli e Ricardo Lewandowski – votaram contra André Mendonça e Kassio Nunes Marques.

 


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