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30/09/2020

SINSERPU-JF presente no Dia de Luta contra a Reforma Administrativa

         Desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (30 de setembro) o SINSERPU-JF vem participando do Dia Nacional de Luta Contra a Reforma Administrativa. Diretores do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora foram aos pátios da Secretaria de Obras e da EMPAV, para dialogar com os trabalhadores e alertar para a necessidade de barrar a PEC 32/2020, considerada extremamente danosa para os servidores públicos e a sociedade em geral. “O SINSERPU-JF entende que a Reforma vai prejudicar a todos e precisamos de todos para barrar essa proposta”, resumiu o presidente do Sindicato, Francisco “Chiquinho” Carlos da Silva, que pediu aos companheiros que façam pressão sobre os deputados que votarão a PEC. “Entrem no nosso site, www.sinserpujf.com.br, saiba os e-mails eletrônicos dos parlamentares e mandem mensagens a eles. É muito importante que eles ouçam a voz dos trabalhadores”, solicitou.
        Também fizeram alertas aos funcionários da Secretaria de Obras e da EMPAV outros diretores do SINSERPU-JF: o vice-presidente Cosme Nogueira, o diretor de Comunicação Joaquim Tavares e a diretora de Saúde, Deise Medeiros, além do ex-presidente do Sindicato e atualmente diretor licenciado (para concorrer às eleições) Amarildo Romanazzi. Um texto explicativo, com a posição oficial do SINSERPU-JF sobre a Reforma, foi distribuído. Em breve, todos os locais da Prefeitura serão visitados pelo Sindicato com esse mesmo intuito.
        Os diretores do SINSERPU-JF aproveitaram a visita para tratar de outras temas importantes para a categoria. Na Secretaria de Obras, Cosme Nogueira, que também é presidente da FESERP-MG (Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos de Minas Gerais) criticou as péssimas condições de trabalho do pátio, bastante empoeirado. E na EMPAV, Francisco Carlos denunciou novamente o recente edital da Empresa de Pavimentação que prevê a contratação de 16 vigilantes (oito diurnos e oito noturnos) ao custo anual de R$ 1.019.942,40. “Ao invés de gastar esse valor com a vigilância defendemos a abertura de concurso público e a preservação de direitos e estamos dispostos aos diálogo”, disse o presidente do SINSERPU-JF.
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